Manter a forma no verão, quando os corpos estão mais expostos, não é, necessariamente, passar fome. Aliás, manter a forma o ano todo, passando fome é a pior maneira de se manter em boa forma.
Por mais estranho que pareça, é se alimentando muito bem e praticando atividades físicas a melhor maneira de se manter em forma.
Vale lembrar que comer frutas nos intervalos das refeições e mastigar bem todos os alimentos também são grandes aliados nessa “briga” contra a balança.
Alimentos Termogênicos:
Água gelada – oito copos/dia queima até 200 calorias, pois o organismo precisa gastar energia para elevar a temperatura da água a 37°;
Chá verde – auxilia na queima de gorduras, na redução da absorção de açúcar pelo sangue, aumenta o metabolismo e diminui a compulsão por carboidratos;
Gengibre – ingerido como chá, refogado ou cru batido no liquidificador com frutas, aumenta o metabolismo em até 20%;
Pimenta vermelha – excelente digestivo auxilia na retirada de gorduras das artérias, porque acelera o metabolismo em até 25%;
Ômega três – encontrado nos peixes e na semente de linhaça é potente antiinflamatório e auxiliar na queima de calorias e nas doenças cardiovasculares.
LEMBRETE: Todas essas dicas são meras auxiliares. O ideal é consultar um profissional da área que, depois de exames laboratoriais, prescreverá a receita que melhor se adapte à sua estrutura física.
Toda vez que você come, está reabastecendo o mais inteligente mecanismo químico conhecido: o corpo humano.
Os alimentos e a água fornecem a mistura vital de nutrientes que permitem o funcionamento do corpo. Lutar contra bactérias prejudiciais invasoras, balancear o nível de líquidos para que fique estável mesmo num dia quente, e milhões de outros processos necessitam da química dos alimentos para trabalhar eficazmente.
Alguns alimentos têm mais a oferecer do que outros, mas você não deve abrir mão daqueles que mais gosta: qualquer alimento pode ser adaptado a um determinado estilo de alimentação – pelo menos ocasionalmente.
A combinação e quantidades que você escolhe é que são importantes para ajudá-lo a proteger seu bem-estar.
Outra idéia sobre o leite, algumas coisas que você ainda não sabia:
Contrariamente do que nos fazem acreditar a indústria do leite e laticínios e a mídia, mancomunadamente, o leite de vaca não é o alimento perfeito para o ser humano. Explicamos: Para começar, vamos a uma pequena comparação entre os mamíferos, sendo o homem um deles. Todos os mamíferos amamentam os filhotes com o leite de sua própria espécie. O bezerro com o leite de vaca, o gatinho com o leite de gata e assim por diante. Isso só ocorre enquanto são bebês. Depois os filhotes partem para uma alimentação igual a do animal adulto.
O leite não é substituído pelo leite de outra espécie. Isto só acontece com os seres humanos. O leite de vaca é perfeito para o bezerro, isto é, se você tem quatro estômagos e precisa dobrar de peso em 47 dias. Muitas crianças não reagem bem com o leite de vaca: ficam com eczemas, gânglios linfáticos inchados, ouvidos infeccionados e problemas nas vias aéreas superiores. Como o bebê só recebe um alimento, o leite, é fácil reconhecer a diferença entre o leite materno e o de vaca. Excluindo o leite de vaca os problemas geralmente desaparecem.
As enzimas necessárias para decompor e digerir o leite são: a renina e a lactase. Na maioria dos seres humanos a lactase quase desaparece com a idade de 3 anos.
O leite contém proteínas em abundância é verdade, mas cerca de 80% dessas proteínas são do tipo caseína. Há trezentas vezes mais caseína no leite de vaca do que no leite humano. No nosso estômago a caseína do leite de vaca forma um coágulo difícil de digerir, adere às paredes do intestino, impede a absorção de nutrientes pelo organismo, resulta em letargia. Além disso, a caseína é um importante fator contribuinte para problemas de tireóide.
A caseína também é utilizada para fazer uma das colas mais fortes usadas em carpintaria e para fixar rótulos em garrafas de cerveja. Dr. Spock, um dos maiores pediatras dos EUA considerava a caseína como a principal causa de mucosidade, congestão e dores de ouvido na infância.
O cálcio do leite de vaca é muito inferior ao do leite humano, e está ligado à caseína. Isso impede de o cálcio seja absorvido.
Quando o leite e derivados sofrem algum processamento, pasteurização, homogeneização, etc.: ocorre a degradação do cálcio, tornando mais difícil a sua utilização. A enzima fosfatase, que ajuda o organismo a absorver o cálcio, também é destruída. De acordo com alguns estudiosos, sem essa enzima, menos do que 50% do cálcio disponível no leite é absorvido pelo organismo. Lamentavelmente a pasteurização do leite também mata as bactérias benéficas como os lactobacilos acidófilos e destroem até 60% das vitaminas solúveis em gordura (como a vitamina A e E) e até 80% das vitaminas solúveis em água (como as vitaminas B e C). Outra dificuldade com o consumo de laticínios é a formação de muco que ficam parcialmente retidos no corpo, sobrecarregando o sistema e impedindo a absorção de nutrientes.
LEITE X CÂNCER
Há estudos que a indústria de laticínios se recusa a divulgar – provas mantidas em segredo. Milhares de substâncias causam câncer, mas um hormônio que você produz naturalmente é fator chave no desenvolvimento de câncer humano, principalmente o câncer de mama. Há milhões de hormônios no reino animal, mas apenas um é exatamente igual nas duas espécies. Esse hormônio denominado IGF (insulin-like growth factor), é igual em seres humanos e vacas. Ao tomar um copo de leite de 360ml você está dobrando a quantidade desse hormônio no organismo – um hormônio descrito em periódicos científicos como o fator-chave para o desenvolvimento e a proliferação do câncer.
O que precisamos saber sobre alimentação e o cálcio
É importante estudar para compreender o papel do cálcio no corpo humano. Uma das principais funções é neutralizar o ácido no sistema, o PH do nosso estômago é alcalino.
Uma alimentação balanceada seria: 80% de alimentos alcalinos e 20% de alimentos ácidos.
Alimentos Ácidos: Leite pasteurizado e derivados, enlatados, açúcar branco, farinha de trigo refinada (branca), leguminosas, proteína animal e alimentos cozidos acima de 40°.
Exemplo: arroz + feijão + carne + queijo + salada temperada + suco = dieta 100% ácida. Este tipo de dieta, aos poucos, consome o cálcio estocado em nosso organismo.
O cozimento também destrói as enzimas e vitaminas dos alimentos. Conflitos enzimáticos são causados quando misturamos os alimentos indiscriminadamente.
Para suprir a necessidade não deveríamos encher o corpo de cálcio, mas, em vez disso, corrigir os hábitos alimentares de forma que de forme menos ácido no sistema. Assim, o cálcio será utilizado até seu potencial máximo. De acordo com o departamento de Agricultura dos EUA, quase 40% da alimentação do norte americano comum consiste em leite e laticínios! Somando leite, queijo, manteiga e outros laticínios, o norte americano comum está ingerindo diariamente a mesma quantidade de colesterol contida em 53 fatias de bacon. A gordura que o corpo precisa pode ser produzida pelo próprio organismo a partir das hortaliças – exatamente como a vaca produz a gordura do capim que come. As gorduras obtidas desta forma são melhores, além de serem alimentos básicos vivos.
VAMOS COMPARAR O VALOR NUTRITIVO DE 100g DE LEITE COM O VALOR DE 100g DE FOLHA DE MANDIOCA
* Um estudo com homens e mulheres idosos, realizado em 1994 em Sidney, Austrália, mostrou o mesmo: maior risco de fraturas estava ligado ao consumo maior de laticínios. Aqueles com maior consumo de leite e derivados tinham quase o dobro de risco de sofrer fratura de quadril do que aqueles com o menor consumo desses produtos.
CONCLUSÃO
- O leite é fonte insignificante de cálcio;
- Um hormônio do leite é fator-chave em todo câncer humano;
- A pasteurização não funciona;
- O consumo de leite tem ligação com bronquite e asma;
- a caseína do leite é a principal responsável por: doenças crônicas, tanto na infância quanto na idade adulta.
Agora você já sabe!!!
Estude, procure saber a verdade e se concentre nela!
Não deixe que as bases exclusivamente econômicas do sistema em que vivemos nos impeçam de levar uma vida saudável em harmonia com o nosso corpo e com a Natureza.
FONTE: OSCIP - Organização Social e Civil de Interesse Público.
Como preparar a folha de mandioca:colher as folhas, lavá-las e deixá-las na sombra até que fiquem quebradiças, tirar os talos, triturar manualmente ou no liquidificador até que fique um pó bem fino, armazenar em vidro limpo e seco. Utilize uma colher de café no suco ou comida.
CURIOSIDADES
* A maior incidência de osteoporose ocorre justamente nos países onde existe o maior consumo de leite. Em países como a China, por exemplo, onde o consumo de laticínios é baixo, a incidência de osteoporose é bem menor.
* De acordo com um estudo feito em enfermeiras de Harvard, incluindo 77.761 mulheres entre 34 e 59 anos de idade durante 12 anos – as mulheres que obtém mais cálcio através do leite são mais sujeitas a fraturas do que as que bebem pouco ou nenhum leite.
Apesar da polêmica que envolve comer ou não carne, uma coisa é certa: deixar de consumir proteína animal pode poupar o meio ambiente. O gás metano emitido no processo digestivo do gado é o terceiro fator para o agravamento do aquecimento global no planeta, com 16% das emissões de gases estufa – ultrapassando as emissões dos meios de transporte.
Pensando nisso, a Sociedade Vegetariana Brasileira, em parceria com a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo, criou a campanha Segunda Sem Carne. A ideia é incentivar as pessoas a deixarem a carne de lado ao menos um dia da semana. “É uma contribuição de todo cidadão para enfrentarmos esse que é hoje o maior problema ambiental do planeta”, afirma o secretário Eduardo Jorge. Na Grã-Betanha, a campanha vigora desde junho por iniciativa do ex-beatle Paul McCartney.
O termo inglês vegan foi criado em 01 de novembro de 1944, numa reunião organizada por Donald Watson envolvendo 6 pessoas após desfiliarem-se da The Vegetarian Society por diferenças ideológicas), onde ficou decidido criar uma nova sociedade (The Vegan Society) e adotar um novo termo para definir a si próprios.
Trata-se de uma corruptela da palavra "vegetarian", em que se consideram as 3 primeiras letras e as 2 últimas para formar a palavra vegan.
Em português se consideram as três primeiras e as três últimas letras (vegetariano), na formação do termo vegano (s.m. adepto do veganismo - fem. vegana). Tem sido usado também o termo veganista para se referir aos adeptos do veganismo.
A ideologia do vegano é boicotar qualquer produto de origem animal (alimentar ou não), além de produtos que tenham sido testados em animais ou que incluam qualquer forma possível de exploração animal nos seus ingredientes ou processos de manufatura.
Para o vegano, animais não existem para os humanos, assim como o negro não existe para o branco nem a mulher para o homem. Cada animal é dono de sua própria vida, tendo assim o direito de não ser tratado como propriedade (enfeite, entretenimento, comida, cobaia, mercadoria, etc). Dessa forma veganos propõem uma analogia entre especismo, racismo sexismo e outras formas de preconceito e discriminação. Preferem usar os termos "animais não-humanos"ou seres "sencientes", em vez de "irracionais".
Muito importante distanciar a ideologia vegana da dieta vegetariana. Veganismo não é dieta, mas sim uma ideologia baseada nos direitos animais, e que luta pela inclusão destes na sociedade.
Os veganos também se opõe a qualquer artigo e/ou vestuário provenientes de animais, como pele, couro, lã, seda, camurça, pérolas, plumas, penas, ossos, pêlos, marfim, etc...
A alimentação vegetariana estrita, como são chamados, excluem de sua dieta carnes, gelatina, lacticínios, ovos, mel e quaisquer alimentos de origem animal. Consomem basicamente cereais, frutas, legumes, vegetais, hortaliças, algas, cogumelos e qualquer produto, industrializado ou não, desde que não contenha nenhum ingrediente de origem animal.
Evitam o uso de remédios alopáticos e não tomam vacinas ou soros. Sempre optam por um tratamento alternativo, fitoterápico ou homeopatia.
O vegano defende o surgimento de alternativas para experiências laboratoriais, como testes in vitro, cultura de tecidos e modelos computacionais.
O Amaranto é conhecido como feijão dos Andes e é considerado o menor grão do mundo. Cada grama tem cerca de mil sementes, mas o tamanho não diz nada sobre seu valor, pois ele tem duas vezes mais proteína e fibra que o trigo.
Essa proteína é de alto valor biológico, o que significa que o organismo pode aproveitá-la melhor, assim como a do leite. Isso o torna ideal para crianças e mulheres em fase de gestação e lactação. Para completar, os estudos comprovam que seu consumo diário ajuda a baixar as taxas de colesterol.
Atualmente, alguns produtores já cultivam o Amaranthus cruentus, espécie que tem se adaptado melhor as condições climáticas brasileiras. O amaranto é um arbusto que pode atingir até 2 metros de altura, com folhas grandes e panículas (tufos semelhantes às espigas) que concentram as sementes. As folhas podem ser cozidas como a couve. Para a produção de farinha, é necessário extrair das sementes o óleo, que tem altos níveis de ácidos graxos insaturados e também poderia ser usado na alimentação.
No Brasil, quase todo produto encontrado em cerealistas e lojas de produtos naturais é importado. A farinha de amaranto quase não tem sabor, por isso pode substituir parte da farinha de trigo em várias receitas e pode ser feita em casa. Para isso, basta estourar os grãos em uma panela até virarem pipoquinhas e depois moer. Também é possível encontrar o amaranto em flocos, que tomam o lugar da aveia em biscoitos, por exemplo.
A planta ainda é fonte de fibras, zinco, fósforo e cálcio biodisponível (pronto para ser assimilado pelo organismo), outro fato incomum nos vegetais. O amaranto também não contém glúten ou outras substâncias alergências em sua composição, o que o torna uma opção para os celíacos – pessoas com intolerância ao glúten.